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A ★★★ review of The Testament of Ann Lee (2025)
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A ★★★ review of The Testament of Ann Lee (2025)

A comparação com “O Brutalista” (2024) surge quase de imediato. Isso se deve não apenas à colaboração de Mona Fastvold (“Um Fascinante Novo Mundo”) no roteiro ao lado de Brady Corbet (“Melancolia”), mas também à presença do cineasta na produção de “O Testamento de Ann Lee”. Há ainda a coincidência de nomes na equipe técnica, como o diretor de fotografia William Rexer (“Terapia do Amor”) e o compositor Daniel Blumberg (“Pompeia: Sob as Nuvens”). Ainda assim, as semelhanças param por aí. Apesar do apuro visual e da reconstituição de época cuidadosa, a obra segue por um caminho mais sensorial e

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A comparação com “O Brutalista” (2024) surge quase de imediato. Isso se deve não apenas à colaboração de Mona Fastvold (“Um Fascinante Novo Mundo”) no roteiro ao lado de Brady Corbet (“Melancolia”), mas também à presença do cineasta na produção de “O Testamento de Ann Lee”. Há ainda a coincidência de nomes na equipe técnica, como o diretor de fotografia William Rexer (“Terapia do Amor”) e o compositor Daniel Blumberg (“Pompeia: Sob as Nuvens”). Ainda assim, as semelhanças param por aí. Apesar do apuro visual e da reconstituição de época cuidadosa, a obra segue por um caminho mais sensorial e

Tags: The Testament of Ann Lee, Mona Fastvold, Roteiro, Brady Corbet, Cineasta, Produção, O Testamento de Ann Lee, Diretor, fotografia, William Rexer, Daniel Blumberg, Obra, filme, trama, Amanda Seyfried, Ann Lee, Religiosa, Shakers, Cristo, Quakers, celibato, Dança, fe, Narrativa, Protagonista, espiritual, Inglaterra, Lewis Pullman, Cena, atriz, Interpretação, Estudo de Personagem, Personagem, sequencia, longa, elenco, performances, Christopher Abbott, Thomasin McKenzie, Personagens, Trilha Sonora, Trilha, devoção, atuação